Reconhecida como uma organização de utilidade pública federal (Decreto 61.593 de 23/10/1967) e estadual (Título Declaratório nº 371 de 11/08/1998), a ACB/RJ foi fundada, em 17 de agosto de 1966, por um grupo de empresários, com o objetivo de melhorar a qualidade de vida de populações em situação de vulnerabilidade social, residentes em favelas e conjuntos habitacionais populares do Rio de Janeiro. Inicialmente, buscou contribuir com a organização e mobilização comunitária, uma vez que a maior parte do público atendido havia passado por processos recentes de remoção. Atualmente, desenvolve um amplo Programa de Qualificação Profissional, orientado pelos princípios da Economia Solidária e do Comércio Justo, e ainda: Programa de Educação; Programa de Cultura e Estética; Programa de Meio-ambiente, Saúde e Qualidade de Vida.
Durante sua história, chegou a atuar, simultaneamente, em 64 favelas e 16 conjuntos habitacionais, podendo beneficiar mais de 180.000 pessoas. No presente, suas ações estão concentradas nos seus núcleos de cidadania, localizados no Complexo de Favelas da Maré e no Conjunto Habitacional de Cidade Alta, na zona norte do Rio de Janeiro. Além disto, suas ações se estendem à Cruzada São Sebastião, no bairro do Leblon; a unidades de liberdade, semi-liberdade e liberdade assistida do DEGASE (Departamento Geral de Ações Sócio-Educativas, vinculado à Secretaria de Educação do Governo do Estado do Rio de Janeiro); à Baixada Fluminense, em municípios como Belford Roxo, Duque de Caxias, Mesquita e Magé.
Seus projetos e os grupos produtivos que abriga acumulam experiências e resultados de sucesso, cabendo citar: o fato de ter sido a primeira marca social a desfilar na concorrida passarela do Fashion Rio, em 2008; 04 premiações concedidas pela ONU a seus projetos de arte para jovens; Prêmio Bem Eficiente; Prêmio Banco Mundial de Cidadania; Prêmio TOP 100 de Artesanato do SEBRAE; menção no Creative Economy Report (o relatório internacional da Economia Criativa), como uma das três iniciativas brasileiras exemplares; o fato de ter sido apontada pelo Relator Especial da ONU para Racismo, Discriminação Racial, Xenofobia e Formas Correlatas de Intolerância como um exemplo a ser seguido no combate ao racismo.
Reconhecida como uma organização de utilidade pública federal (Decreto 61.593 de 23/10/1967) e estadual (Título Declaratório nº 371 de 11/08/1998), a ACB/RJ foi fundada, em 17 de agosto de 1966, por um grupo de empresários, com o objetivo de melhorar a qualidade de vida de populações em situação de vulnerabilidade social, residentes em favelas e conjuntos habitacionais populares do Rio de Janeiro. Inicialmente, buscou contribuir com a organização e mobilização comunitária, uma vez que a maior parte do público atendido havia passado por processos recentes de remoção. Atualmente, desenvolve um amplo Programa de Qualificação Profissional, orientado pelos princípios da Economia Solidária e do Comércio Justo, e ainda:
- Programa de Educação;
- Programa de Cultura e Estética;
- Programa de Meio-ambiente, Saúde e Qualidade de Vida.
Durante sua história, chegou a atuar, simultaneamente, em 64 favelas e 16 conjuntos habitacionais, podendo beneficiar mais de 180.000 pessoas. No presente, suas ações estão concentradas nos seus núcleos de cidadania, localizados no Complexo de Favelas da Maré e no Conjunto Habitacional de Cidade Alta, na zona norte do Rio de Janeiro. Além disto, suas ações se estendem à Cruzada São Sebastião, no bairro do Leblon; a unidades de liberdade, semi-liberdade e liberdade assistida do DEGASE (Departamento Geral de Ações Sócio-Educativas, vinculado à Secretaria de Educação do Governo do Estado do Rio de Janeiro); à Baixada Fluminense, em municípios como Belford Roxo, Duque de Caxias, Mesquita e Magé.
Seus projetos e os grupos produtivos que abriga acumulam experiências e resultados de sucesso, cabendo citar: o fato de ter sido a primeira marca social a desfilar na concorrida passarela do Fashion Rio, em 2008; 04 premiações concedidas pela ONU a seus projetos de arte para jovens; Prêmio Bem Eficiente; Prêmio Banco Mundial de Cidadania; Prêmio TOP 100 de Artesanato do SEBRAE; menção no Creative Economy Report (o relatório internacional da Economia Criativa), como uma das três iniciativas brasileiras exemplares; o fato de ter sido apontada pelo Relator Especial da ONU para Racismo, Discriminação Racial, Xenofobia e Formas Correlatas de Intolerância como um exemplo a ser seguido no combate ao racismo.